Saúde e bem estar

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Doar sangue, um gesto de amor à vida.

Postado em 14 de junho de 2018


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o percentual ideal de doadores para um país esteja entre 3,5% e 5% de sua população. No Brasil esse número é preocupante, pois não chega a 2%. Além disso, os bancos de sangue ainda sofrem uma queda alarmante durante o inverno e as férias, períodos em quem os hemocentros são praticamente obrigados a operar com menos que o mínimo necessário.

A Cristine Garcia dos Santos tem 48 anos e é Operadora de Atendimento do setor de Hemoterapia do Hospital Moinhos de Vento há 21 anos. Para ela, o que falta no Brasil para mudar esse quadro, são programas de incentivo a doação. Confira a conversa dela com a Cabergs:

Como funciona o processo de doação sanguínea?
O doador precisa fazer um cadastro no setor apresentando um documento de identificação com foto. É verificado no site da Vigilância Sanitária se o doador não está impedido para doação. Participa de uma entrevista (triagem) e, conforme os requisitos exigidos na portaria da Vigilância realiza sua doação de sangue; logo após o término da doação é fornecido um lanche.

Porque você acha que o índice de doadores é tão pequeno no Brasil?
Se houvessem mais incentivos e conscientização sobre doação de sangue nas escolas desde a infância, talvez tivéssemos um índice maior de doadores no Brasil.

Qual a importância da doação de sangue?
Salvar vidas. Doar sangue é um gesto de amor à vida.

O que você diria para quem ainda não é doador?
Tente, experimente doar sangue, faça sua boa ação em salvar vidas.

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Seja um doador de sangue

Postado em 07 de junho de 2018


Durante o mês de junho, vamos falar sobre doação de sangue. Embora a ciência esteja cada vez mais avançada, ainda não foi encontrado nada que substitua o sangue humano. Por isso, quando uma pessoa necessita de uma transfusão de sangue, devido a um acidente ou uma doença, por exemplo, ela só pode contar com a colaboração de voluntários. Com apenas uma doação, até quatro vidas podem ser salvas. Porém, infelizmente, apenas 1,8% da população brasileira é doadora.

Para tornar-se um doador é necessário seguir alguns pré requisitos muito simples, como estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50kg, estar bem alimentado, respeitar o intervalo mínimo entre as doações, que é 2 meses para homens e 3 meses para mulheres, e ter entre 16 e 69 anos. É importante lembrar que menores de idade precisam de autorização dos responsáveis para doar. Além disso, os maiores de 69 anos só podem doar desde que a primeira doação tenha sido feito até os 60 anos de idade.

O processo para fazer a doação também é bem prático. O doador, portando um documento oficial com foto, é cadastrado e recebe um questionário para ser respondido com o objetivo de avaliar se há alguma situação ou doença que impeça a doação de sangue. Após, ele é entrevistado e examinado pelo profissional de saúde em um local que garanta a privacidade e o sigilo das informações. Só então inicia a coleta de sangue, que dura no máximo 10 minutos. Por fim, o doador recebe um lanche e informações sobre os cuidados básicos que devem ser tomados após a coleta do sangue.

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Dia Mundial sem Tabaco

Postado em 30 de maio de 2018



Durante anos o ato de fumar foi, equivocadamente, interpretado como um estilo de vida. Mas, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o tabagismo é uma dependência química e precisa ser tratada como uma doença. Outro mito que precisa ser quebrado é de que pessoas que fumam poucos cigarros por dia estão livres das consequências que ele traz a saúde. Fumar cinco cigarros diários durante 20 anos, por exemplo, provoca riscos enormes à vida.

O tabaco agrava os riscos de uma pessoa desenvolver câncer e é o primeiro fator de risco para diversas formas da doença. Cerca de 50% dos cânceres de bexiga, por exemplo, são causados pelo uso do tabaco. Já o câncer de pulmão está ligado ao hábito de fumar em 85% dos casos. Aliás, um em cada três casos de câncer tem origem no fumo. Além do câncer, o cigarro aumenta o risco de doenças cardiovasculares, causa alergias, asma, bronquite crônica, diversas  doenças pulmonares,problemas de pele e bucais.

É importante lembrar que, para quem não tem conseguido abandonar o vício por conta própria, existe tratamento médico. O modelo de tratamento baseado na abordagem cognitivo-comportamental possibilita que ele seja realizado em grupo ou individualmente e tem o objetivo de ajudar o tabagista a desenvolver habilidades que o auxiliarão a permanecer sem fumar. O apoio medicamentoso, quando necessário, é outro recurso usado no tratamento do tabagismo e disponibilizado na rede SUS.

O tabagismo é um dos principais fatores de risco para morte precoce e incapacidade em todo mundo. É preciso entender que não existe limite seguro para o consumo de tabaco. "Conseguir para de fumar é algo parecido com uma vitória olímpica. É uma conquista que honra o vencedor, resgata sua autoestima, a força e a confiança na razão." (Flavio Gikovate)

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