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Tipos de ISTs

Postado em 14 de fevereiro de 2019




Saiba mais sobre algumas ISTs

Como já falamos aqui no blog, o principal meio de contágio das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) é o sexo desprotegido com uma pessoa infectada. Essas infecções podem gerar sérios danos à saúde.

Vamos conhecer um pouco sobre algumas ISTs:

- Herpes genital: é uma doença sexualmente transmissível que provoca lesões na pele e nas mucosas dos órgãos genitais masculino e feminino. Uma vez dentro de um organismo, dificilmente será eliminado porque se aproveita do material fornecido pelas células do hospedeiro para sua replicação. Além disso, como se esconde dentro das raízes nervosas, o sistema imunológico não tem acesso a ele.

- Sífilis: é uma IST curável e exclusiva do ser humano que pode ser transmitida por relação sexual sem camisinha com uma pessoa infectada, ou para a criança durante a gestação ou o parto. O teste rápido de sífilis é prático e de fácil execução, com leitura do resultado em, no máximo, 30 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial.

- Gonorreia e infecção por clamídia: são ISTs causadas por bactérias e estão associadas na maioria das vezes, causando a infecção que atinge os órgãos genitais, a garganta e os olhos. Essas infecções, quando não tratadas, podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (ectópica), entre outros danos à saúde. Os sintomas são: dor ao urinar, corrimento amarelado ou claro fora da época da menstruação, dor ou sangramento durante a relação sexual. Os homens podem apresentar ardor e esquentamento aquecimento ao urinar, podendo haver corrimento ou pus, além de dor nos testículos.

- Infecção pelo HIV: o vírus HIV ataca o sistema imunológico. Ao contrário de outros vírus, o corpo humano não consegue se livrar dele, porém, o tratamento feito corretamente pode proporcionar uma vida normal ao paciente. Mas atenção, ter o HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. A AIDS é uma síndrome desenvolvida a partir do estágio mais avançado do HIV, quando a pessoa infectada pelo vírus não é submetida ao tratamento indicado.

- Infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV): o HPV pode ser transmitido pelo contato direto com a pele nas relações sexuais. Ele provoca desde o aparecimento de verrugas na pele e nas mucosas, protuberâncias nas cordas vocais parecidas com cogumelos, além de lesões que podem oferecer baixo risco de malignidade, até doenças graves como o câncer do colo do útero.

- Hepatites virais B e C: são inflamações no fígado causadas vírus e constituem um grave problema de saúde pública no mundo. Elas podem ser transmitidas por meio do sexo desprotegido e pelo sangue, através do compartilhamento de objetos contaminados em que não se aplicou as normas adequadas de biossegurança.

É muito comum que pessoas portadoras de hepatites não apresentem nenhum sintoma. Caso ocorra são os mesmos das outras hepatites: falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, febre baixa, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, dores no corpo, evoluindo para icterícia (amarelão) e dor abdominal.

FONTES: 
http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-sao-ist/gonorreia-e-infeccao-por-clamidia
https://cevs.rs.gov.br/hepatites-bc
https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/herpes-genital/

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O que são ISTs?

Postado em 07 de fevereiro de 2019


Em fevereiro a Cabergs vai falar sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Vale lembrar que esse é o novo termo usado pelos órgãos de saúde e substitui as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). Isso porque a letra "D", de "DST", é a abreviatura de doença, a qual implica em sintomas e sinais visíveis no organismo do indivíduo. Já "Infecções" podem ser assintomáticas e detectadas apenas por meio de exames laboratoriais.

Essas infecções são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual sem o uso do preservativo com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST também pode acontecer da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação. Segundo o Ministério da Saúde, quando não há nenhuma ação de prevenção este risco de transmissão é de 20%. Já quando a gestante realiza o acompanhamento médico, a possibilidade de infecção do bebê é menor que 1%.

Alguns exemplos de ISTs são: herpes genital, sífilis, gonorreia, infecção pelo HIV, infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), hepatites virais B e C. Elas podem se manifestar por meio de feridas, corrimentos ou verrugas anogenitais.

O uso da camisinha em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para evitar a transmissão das IST, do HIV/AIDS e das hepatites virais B e C. O tratamento melhora a qualidade de vida e interrompe a cadeia de transmissão dessas infecções.

FONTE: http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-sao-ist

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Como tratar a obesidade

Postado em 01 de fevereiro de 2019


O primeiro passo para o tratamento da obesidade é a conscientização do obeso. Não somente fazê-lo entender o sobrepeso e os malefícios para a saúde, mas demonstrar que ele é capaz de superar e vencer a doença, mudando a forma de pensar, os hábitos e o estilo de vida em geral. Parecem mudanças difíceis de adotar, mas com orientação médica adequada e apoio da família e amigos, aos poucos, pequenas atitudes geram grandes transformações.

Em primeiro lugar deve-se procurar acompanhamento multiprofissional com endocrinologista, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta e educador físico. Dessa forma é possível identificar os fatores desencadeantes da obesidade e realizar um novo projeto de vida, com metas a alcançar.

O objetivo é conscientizar o paciente da necessidade de trocar o sedentarismo e a má alimentação por hábitos de vida mais saudáveis, que contemplem atividade física e dieta balanceada. É preciso ter persistência e paciência para garantir o sucesso neste tratamento.

Nos casos em que a obesidade traz prejuízos à saúde e o tratamento clínico se mostra ineficaz, o tratamento cirúrgico deve ser considerado. O método, conhecido popularmente como "redução de estômago", reúne técnicas já testadas e aprovadas pela medicina e são destinadas ao tratamento da obesidade e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal. Porém, existem vários tipos de cirurgias disponíveis e cabe ao médico apresentá-los ao paciente e recomendar o mais apropriado e seguro.

Independentemente do método indicado pelo médico, o tratamento da obesidade envolve, inevitavelmente, mudança de estilo de vida. Atualmente as academias oferecem diversos tipos de atividades físicas diferentes. Aqueles que não gostam de academias podem fazer caminhadas, corridas ou andar de bicicleta ao ar livre. Outra opção também é escolher um esporte que lhe dê prazer e começar a praticá-lo. O exercício físico em uma frequência de, pelo menos, três vezes por semana já faz toda a diferença.

Deixar as extravagâncias gastronômicas apenas para ocasiões bem especiais também é importante. No dia a dia, escolha frutas, legumes, verduras, carboidratos integrais, alimentos com pouco açúcar e sódio e evite as frituras. Dessa forma é possível viver com muito mais qualidade de vida.

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